No Rio Grande do Sul, foi funcionário do Banco do Brasil e colaborador da Editora Globo, para a qual escreveu o Dicionário de História da Civilização (1970). Na capital paulista, onde vive, integrou o corpo de docentes e pesquisadores da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, tendo sido pioneiro na implantação do Curso de Editoração da ECA/USP.
Cassado pelo governo militar em 1975, passou a dedicar-se ao jornalismo profissional. Trabalhou em várias empresas jornalísticas (Diários Associados, Editora Abril, Editora Azul) e foi correspondente no Brasil do periódico O Jornal, de Lisboa. A partir de 1988, quando ganhou uma bolsa da Fundação Vitae para escrever o romance Tratado da Altura das Estrelas, tornou-se profissional autônomo da área de comunicação social.
Mesmo premiado em concurso literário da Secretaria de Educação e Cultura do Rio Grande do Sul em 1964 com a novela Ninguém, Sinval Medina só viria a publicar seu primeiro livro de ficção em 1980, Liberdade Condicional.
Seguiram-se vários títulos de ficção adulta e o autor também se dedica à literatura infantil e infanto-juvenil, tendo publicado cinco obras para crianças e adolescentes.Sinval Medina é gaúcho de Porto Alegre (1943), desde a adolescência escreve.
Formado em Comunicação Social/Jornalismo pela Universidade Federal do Rio
Grande do Sul (1964), transferiu-se para São Paulo em 1971, onde fez estudos de
Pós-Graduação em Ciências da Comunicação (USP) e Ciências Sociais (PUC-SP).
Neste O Corcunda de Bizâncio, que agora publicamos,com a belissima capa de Renata Bueno, Sinval Medina transporta o leitor para o
século VI da era cristã, numa trama que tem como centro o enigmático eunuco
Narsés, homem de confiança do imperador Justiniano e confidente da imperatriz
Teodora. Esses três protagonistas da vida real são, em grande parte,
responsáveis pela última era de grandeza do Império Romano. Baseado em
registros documentais sobre as extraordinárias trajetórias de Narsés,
Justiniano e Teodora, o autor cria uma galeria de personagens cujas histórias testemunham
o fim da civilização greco-romana e anunciam a Idade Média na Europa.
Esse, porém, é apenas o pano de
fundo de O Corcunda de Bizâncio. Na
verdade, a narrativa atribuída por Sinval Medina à desconhecida autora
britânica Isadora O’Connor é recheada de intrigas, reviravoltas e surpresas, ao
melhor estilo dos folhetins clássicos. A peregrinação do lendário Narsés pelas
sete partidas do mundo, a trajetória da prostituta que vira imperatriz, os
dilemas de um imperador dividido entre a fé e a guerra e a demanda de um
monge-soldado em busca do Santo Sudário juntam-se num enredo que segura o
leitor da primeira à última página. Escritos Indigenas- uma antologia não tem a pretensão de retratar todas as etnias indigenas do Brasil, nem de contar todas as lendas que cada uma dessas etnias guarda e narra nas rodas de crianças e adultos que se formam nas aldeias ao cair do sol.Esse livro pretende apenas retratar algumas das etnias que nos emprestaram seus escritores, alguns estreando na prosa, outros já famosos e que aqui se apresentam com seus saberes ancestrais, sua fala poética cheia de encantamento vinda diretamente da oralidade que primeiro os inicia no narrar e que impregna sua escrita de um ritmo e formas absolutamente diferenciadas, que faz com que conhecer lendas e histórias contadas por eles, nos mostram o sabor de conhecer de quem sabe o que fala.






Leda: achei linda a capa da Antologia Escritos Indígenas. É também muito gratificante compartilhar uma publicação com os parentes. Desejo vida longa para desCAMINHOS. Paz e bem, Graça Graúna
ResponderExcluirGraça, obrigada! É o que todos nós esperamos!! A capa é do Uziel Guaynê...grande artista!
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