domingo, 6 de outubro de 2013



  • Café com Biscoito de Angela Carneiro saiu gostoso de ler , como deveria sair todo primeiro livro de ficção de um autor  e, na quarta-feira, 7 de agosto de 2013, a própria Angela em seu Video Literário comentou o que aqui agora transcrevemos


    Meu novo livro e com receitas, inclusive a de ser feliz

    Estou radiante: meu primeiro livro para adultos e em formato Kindle! O que quer dizer que pode ser lido em tablets e smartphones também.
    O livro conta a história de uma senhora, a Marlene, que se vê UMA pela primeira vez. Viúva tem que reaprender a viver.  E o faz. Nesse movimento, muda de cidade, faz novos amigos e até um amor. Crianças, cães, pessoas de sexualidades variadas, vão aos poucos fazendo parte de sua nova vida. E ela a descobre.  E as pessoas se descobrem através dela. Marlene é mar em quem as pessoas navegam, é leme que dá a direção que cada um quer.
    Sim, o livro tem  mensagem. A vida é para todos e pode ser espetacular mesmo se não houver espetáculo, viver basta. Mas isso, quando UM vira MUITOS.
    Escrevi esse livro na procura de livros para ler. Já que estava com dificuldades de encontrar um livro para adultos ( Crepúsculos e Antes do Por do sol ,apesar dos mesmos belos nomes, não me interessam, são para jovens) que não fosse uma tragédia em atos. Que não fosse complicadíssimo. Que fosse pra cima, com uma história interessante e frases pra sublinhar.  Gostoso de pensar nas personagens, que estas ficassem fazendo parte da nossa vida.
    Já que não encontrava livro assim, decidi escrevê-lo. Escrevia e lia pro marido. Um dia parei de escrever , deixei dormindo no computador. E o marido disse: Estou com saudades da Marlene, como ela vai?
    Assim o escrevi.
    O tempo passou e comprei um Kindle. Me apaixonei pelo trequinho. Eu detesto telefone celular e acho que o tablet seria o máximo se não fosse quente e a bateria durasse. (que coisa fantástica é um tablet! Parece que estou vivendo um conto de James Bond misturado com Fadas! Tv, filmadora, gravador louco, tela de pintura, biblioteca, tudo junto!) Ah! mas o kindle, leve, frio, gostoso de estar na mão e tão bonzinho pras senhores e senhoras ceguetas , permitindo letras garrafais, e tão bonzinho com seus zilhões de livros gratuitos para quem lê em inglês, e .. a coleção inteira de Balsac por 3 dólares! E dá pra sublinhar as frases, e ver quem sublinhou também, e dá pra fazer anotação no livro, e dá pra saber o significado da palavra em qualquer língua!!  Gamei.
    E a Editora Descaminhos apareceu me encaminhando!
    Estou mais feliz que pinto no lixo!  Espero que vocês gostem da Marlene.E de suas comidinhas.

    E, em breve, o José que dorme no meu computador surgirá.. Acho que estou crescendo. 
  • Leda Cintra
Sinval Medina  é gaúcho de Porto Alegre (1943), desde a adolescência escreve. Formado em Comunicação Social/Jornalismo pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1964), transferiu-se para São Paulo em 1971, onde fez estudos de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação (USP) e Ciências Sociais (PUC-SP).
No Rio Grande do Sul, foi funcionário do Banco do Brasil e colaborador da Editora Globo, para a qual escreveu o Dicionário de História da Civilização (1970). Na capital paulista, onde vive, integrou o corpo de docentes e pesquisadores da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, tendo sido pioneiro na implantação do Curso de Editoração da ECA/USP.
Cassado pelo governo militar em 1975, passou a dedicar-se ao jornalismo profissional. Trabalhou em várias empresas jornalísticas (Diários Associados, Editora Abril, Editora Azul) e foi correspondente no Brasil do periódico O Jornal, de Lisboa. A partir de 1988, quando ganhou uma bolsa da Fundação Vitae para escrever o romance Tratado da Altura das Estrelas, tornou-se profissional autônomo da área de comunicação social.
Mesmo premiado em concurso literário da Secretaria de Educação e Cultura do Rio Grande do Sul em 1964 com a novela Ninguém, Sinval Medina só viria a publicar seu primeiro livro de ficção em 1980, Liberdade Condicional.
Seguiram-se vários títulos de ficção adulta e o autor também se dedica à literatura infantil e infanto-juvenil, tendo publicado cinco obras para crianças e adolescentes.Sinval Medina  é gaúcho de Porto Alegre (1943), desde a adolescência escreve. Formado em Comunicação Social/Jornalismo pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1964), transferiu-se para São Paulo em 1971, onde fez estudos de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação (USP) e Ciências Sociais (PUC-SP).

Neste  O Corcunda de Bizâncio, que agora publicamos,com a belissima capa de Renata Bueno,  Sinval Medina transporta o leitor para o século VI da era cristã, numa trama que tem como centro o enigmático eunuco Narsés, homem de confiança do imperador Justiniano e confidente da imperatriz Teodora. Esses três protagonistas da vida real são, em grande parte, responsáveis pela última era de grandeza do Império Romano. Baseado em registros documentais sobre as extraordinárias trajetórias de Narsés, Justiniano e Teodora, o autor cria uma galeria de personagens cujas histórias testemunham o fim da civilização greco-romana e anunciam a Idade Média na Europa.
                Esse, porém, é apenas o pano de fundo de O Corcunda de Bizâncio. Na verdade, a narrativa atribuída por Sinval Medina à desconhecida autora britânica Isadora O’Connor é recheada de intrigas, reviravoltas e surpresas, ao melhor estilo dos folhetins clássicos. A peregrinação do lendário Narsés pelas sete partidas do mundo, a trajetória da prostituta que vira imperatriz, os dilemas de um imperador dividido entre a fé e a guerra e a demanda de um monge-soldado em busca do Santo Sudário juntam-se num enredo que segura o leitor da primeira à última página.                

               
                

 Escritos Indigenas- uma antologia não tem a pretensão de retratar todas as etnias indigenas do Brasil, nem de contar todas as lendas que cada uma dessas etnias guarda e narra nas rodas de crianças e adultos que se formam nas aldeias ao cair do sol.Esse livro pretende apenas retratar algumas das etnias que nos emprestaram seus escritores, alguns estreando na prosa,  outros  já famosos e que aqui se apresentam com seus saberes ancestrais, sua fala poética cheia de encantamento vinda diretamente da oralidade que primeiro os inicia no narrar e que impregna sua escrita de um ritmo e formas absolutamente diferenciadas, que faz com que conhecer lendas e histórias contadas por eles, nos mostram o sabor de conhecer de quem sabe o que fala.
  • Luis Dolhnikoff
    10 de out (4 dias atrás)
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    para mim
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    Luis Dolhnikoff (São Paulo, 1961) estudou medicina e letras clássicas na usp. Entre 2003 e 2008, foi colaborador de política internacional, com destaque para as relações entre religião e política, da Revista 18, do Centro de Cultura Judaica de São Paulo. Nos últimos anos, vem se dedicando ao tema na revista eletrônica Sibila, no blog Ablogando e no site TriploV (Portugal). É autor dos livros de poemas Pãnico (São Paulo,1986,apresentação de Paulo Leminski);Impressões digitais,1990);Microcosmo,1991), Lodo,2009) e dos contos de Os homens de ferro 1992), além do livro para crianças A menina que media as pa lavras,2013) e dos inéditos As rugosidades do caos (poesia, apresentação Aurora Bernardini), A quarentena (contos) e A exuberante irrelevância da poesia brasileira contemporânea (crítica literária). Tem poemas publicados em revistas literárias brasileiras e internacionais, impressas e eletrônicas. Traduziu Arquíloco (Fragmentos,1987), James Joyce (Poemas, São Paulo,1992, colaboração Marcelo Tápia), W. H. Auden, (Ma is!, Folha de S. Paulo, 06/07/2003), Miguel de Cervantes (Mais!, Folha de S. Paulo, 14/11/2004, colaboração Josely V. Baptista), W. B. Yeats(Etc, Curitiba, jan. 2005), William Carlos Williams (Sibila, www.sibila.com.br, 2011) e Allen Ginsberg (Uivo, São Paulo, Globo, 2012). Como crítico literário, colaborou, a partir de 1997, com os jornais O Estado de S. Paulo, A Notícia, Diário Catarinense, Gazeta do Povo, Clarín e, recentemente, Folha de S. Paulo. Entre 1991 e 1994 coorganizou, ao lado de Haroldo de Campos, o Bloomsday de São Paulo (homenagem anual a James Joyce). Recebeu, em 2005, uma Bolsa Vitae de Artes para desenvolver estudo crítico sobre a obra de Pedro Xisto.

    Neste  As asperezas da crença, Dolhnikoff volta a se interessar pelas asperezas das crenças e religiões  – mais especificamente fala da  religião no mundo contemporâneo e  trata de modo abrangente o tema sensível das relações entre a religião e o mundo moderno. Depois de um longo período, na segunda metade do século XX, em que as religiões perderam força política e cultural, neste início do século XXI, elas reaparecem no cenário de um mundo globalizado de forma dramática. As asperezas da crença pretende dar ao leitor uma visão ampla (além de original) do atual fenômeno religioso, discutindo 1) a questão da crença em si; 2) os principais elementos históricos e teológicos das grandes religiões (judaísmo, cristianismo, islã [incluindo uma análise do Corão], hinduísmo e budismo); 3) as relações entre a religião e o mundo moderno (com destaque para a questão do islã com a democracia); 4) os conflitos entre religião e ciência. Seu autor, o escritor e ensaísta Luis Dolhnikoff, vem há anos se dedicando ao tema na imprensa escrita e eletrônica, com ênfase nas complexas questões político-religiosas do Oriente Médio. As asperezas da crença – a religião no mundo contemporâneo (250 pp.) fornece uma nova visão crítica sobre um dos temas mais centrais da atualidade, ao mesmo tempo abrangente, sintética, profunda e clara.


  •   A cultura dos Os Sambaquis, mais um título inédito de André Caramuru Aubert  percorre, de forma instigante, caminhos  de nossa história, apontando um jeito novo de fazer literatura.






2 comentários:

  1. Leda: achei linda a capa da Antologia Escritos Indígenas. É também muito gratificante compartilhar uma publicação com os parentes. Desejo vida longa para desCAMINHOS. Paz e bem, Graça Graúna

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    1. Graça, obrigada! É o que todos nós esperamos!! A capa é do Uziel Guaynê...grande artista!

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